sexta-feira, 27 de novembro de 2009

I Campori da ASuR " Chamas da Verdade"




É este o sentimento de cada desbravador. Meninos e meninas que abriram caminhos para estarem no I Campori da ASuR – Associação Sul de Rondônia que ocorreu em Espigão do Oeste no período de 12 a 15 de novembro. “A chácara Bela Vista nunca mais será a mesma, esses meninos são muito disciplinados.” É a opinião do proprietário do belo lugar onde foi realizado o evento. A represa ganhou uma ponte construída pelos desbravadores. O verde da mata, o campinho de futebol o pequeno altiplano onde ficou o acampamento, a área coberta para auditório, as tendas montadas para seminários, tudo foi recebendo um colido diferente. O local recebeu em torno de 600 barracas. O clube de Alta Floresta montou seu acampamento suspenso com 14 barracas, o que deu ar de sonho. O Campori recebeu como oradores o pastor Aquino Bastos, Líder dos desbravadores para os estados do norte do Brasil e o pastor Ivay Araújo, Líder dos desbravadores para o território da Bolívia.

A meninada ainda teve chance de ouvir de forma dinâmica e descontraída o pastor Leonino Barbosa, hoje Presidente da Igreja para o Norte do Brasil, o pastor Nelson Suci, hoje, Líder do Ministério Pessoal para o Noroeste do Brasil, o psicólogo Adilson da Secretaria de Ação Social de Vale do Paraíso. Na abertura o Prefeito Célio Renato da Silveira, de Espigão do Oeste, falou da importância do cuidado com as crianças de Rondônia. O Presidente da Câmara de Vereadores, Décio Barbosa Lagares, marcou presença. Outras autoridades do Executivo, do legislativo e do judiciário foram prestigiar o evento. Na sexta houve muita alegria no cumprimento das provas. A noite foi marcada pela investidura de quatorze Líderes e oito Líderes Másteres. Este momento de condecoração foi dirigido pelo Coordenador de Desbravadores da Associação Édson D’avila. No sábado uma enorme passeata movimentou as ruas da cidade. Um caminhão de som e duas fanfarras de desbravadores - a de Presidente Médici e a de Ji – Paraná com um total de cerca de 80 instrumentos - marcaram a cadência do desfile de quase duas mil pessoas incluindo os membros da igreja local. A população comentou: “A cidade nunca viu isso, nem em passeata de política, nem em desfile de sete de setembro. O povo não vai esquecer!” o desfile promoveu a consciência antidrogas, antiviolência infantil e antiviolência da mulher. Na parte da tarde o pastor Edmar de Deus, Evangelista da Associação coordenou o momento mágico do batismo de 26 meninos fardados. Logo a noite o pastor Nelson Suci serviu a Santa Ceia aos meninos e líderes. A premiação e o encerramento ocorreram no domingo de manhã. No total foram 1.600 pessoas entre desbravadores e líderes. O pastor Ivanilson Diretor dos Desbravadores da Associação expressou o seu preito de louvor a Deus pelo carinho de cada Diretor, de cada Regional, de cada Coordenador e principalmente de cada pastor pelos meninos e meninas a quem Deus salvou. Os desbravadores compreenderam que são chamas que representam a verdade que é Jesus Cristo e que o mundo precisa do seu brilho. Para o pastor Leonardo Wagner, do distrito local foi “Inesquecível uma demonstração de força, de organização e de mobilização dos desbravadores. O nome de Jesus foi honrado, a partir de hoje a cidade terá outra impressão da igreja e dos desbravadores.” Para Luana Berdine Pereira de Souza de 11 anos do clube Exército Real o Campori “Foi muito legal. Nem vimos o tempo passar, quando demos conta já tinha acabado!"

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tema Jovem para 2010


GerAÇÃO Esperança é o tema Jovem a ser trabalhado no ano de 2010.

O Ministério Jovem da América do Sul definiu o tema para 2010. Alinhados com o foco da igreja na DSA, os diretores das Uniões escolheram focar 2010 no tema “GerAção Esperança”.

Você faz parte deste grupo também...

Somos a GerAÇÃO Esperança....

quinta-feira, 27 de agosto de 2009


Os vencedores do concurso Bom de Bíblia na ASuR em 2009 são Thiago Paixão Damasceno, de Vale do Paraíso, da categoria A e Felipe Lemos de Oliveira, do IAAMO, da categoria B. Estes dois rapazes representarão a Associação Sul de Rondônia, em Manaus, em 05 de setembro. De lá sairão os dois semifinalistas que representarão a União Norte Brasileira em Jacareí-SP, dia 31 de outubro. Na ocasião concorrerão com semifinalistas de toda a América do Sul. O concurso Bom de Bíblia resgata o hábito das pessoas lerem a Palavra de Deus e o legado de que os adventistas são “O Povo da Bíblia.” A 5ª. Etapa do concurso ocorreu na Igreja da Nova Brasília, sábado dia 22, às 17h00.

Quarenta e dois meninos, dois de cada distrito da Associação, das categorias A e B estiveram presentes. Vieram de suas cidades acompanhados de diretores de clubes, dos pais e de alguns pastores. Todos já chagaram vencedores por terem concorridos em sua geografia em quatro etapas anteriores com notas acumulativas. O pastor Nelson Suci, Secretário Ministerial da ASuR ministrou um seminário sobre a Bíblia, concedeu uma entrevista e confessou que lê a Bíblia quatro vezes por ano. O pastor Gézer Júnior, capelão do Colégio Adventista de Ji – Paraná ministrou uma palestra sobre o significado da Bíblia na vida dos jovens. O pastor Ivanilson Araújo, Diretor do Ministério Jovem da ASuR mencionou vencedores de outros concursos no passado e orou pelos meninos antes da prova. No final desafiou os presentes a conhecerem não só a Bíblia de Deus, mas o Deus da Bíblia, não só o salmo do Pastor, mas também o Pastor dos salmos, não só a cruz de Cristo, mas também o Cristo da cruz, não só a Revelação de Jesus, mas principalmente o Jesus da revelação. Estiveram presentes pastores distritais, membros da igreja, coordenadores, regionais e diretores de desbravadores e membros da Igreja. O SBT e a TV Bandeirantes fizeram reportagens. Material retirado do site da ASuR. www.asur.org.br

domingo, 23 de agosto de 2009

Cerca de 130 diretores de clubes de desbravadores, regionais e coordenadores se encontraram no CATRE – Centro Adventista de Treinamento de Pimenta Bueno. Foi o I acampamento de diretores da Associação Sul de Rondônia. A vibração foi grande nos dias 31 de julho a 02 de agosto eles tiveram aulas com o objetivo principal de motivá-los e treiná-los para que organizem e conduzam os clubes ao I campori de desbravadores que será de 12 a 15 de novembro deste ano. O pastor Ivanilson Araújo, Diretor do Ministério Jovem da Associação Sul de Rondônia disse: “Num encontro como este você se recicla, você cresce, você vai ficando grande até ficar do tamanho de Jesus Cristo. Que os nossos clubes de desbravadores sejam um retrato da vida de seus diretores.

Retrato de compromisso, de coragem, de rapidez, de energia, de entrega e de alegria.” O momento mais esperado pelos veteranos e que causa ansiedade nos calouros é a hora da trilha. No final da noite de sábado para o domingo todo mundo entrou em lama, na água, passou por obstáculos na mata e saiu na ponte suspensa de madeira sobre o Igarapé. Eles voltaram felizes e muito sujos. Depois veio o banho coletivo na água fria e a seção de fotos. Para o Diretor Milton Francisco do clube da Igreja de Dois de Abril em Ji – Paraná “Foi um curso renovador que nos ajudará demais em nossa liderança. Um dos pontos fortes é que não foi repetitivo.” As aulas foram ministradas pela Assessora da Juíza da Vara da Infância de Ji – Paraná, Doutora Ana Cristina, pelo Coordenador dos desbravadores da ASuR Édson D’ávila, pelos coordenadores Jairo da Terceira Coordenação, Delvita Martins da Segunda Coordenação, Paulo Francisco da Primeira Coordenação e Edmilson da Quarta Coordenação.

Material Retirado do site da ASuR www.asur.gov.br

terça-feira, 9 de junho de 2009

A Maior Esperança

A virgem Maria soube por intermédio de um anjo que seria a mãe do Messias e se preparou espiritualmente para Sua chegada. Entoando uma suave canção, ela expressou seu sentimento de alegria pela bendita esperança: “Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lucas 1:46, 47).Ela esperava que Jesus, na qualidade de libertador pessoal, trouxesse felicidade a todos que prestassem atenção às Suas palavras (João 2:5). Maria sabia que o Salvador aliviaria o sofrimento, curaria enfermos, animaria pessoas tristes e restituiria a vida. Ele próprio declarou o objetivo de Sua missão: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10).“Pois Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dEle” (João 3:17). Portanto, o Filho de Deus não veio com o propósito de julgar, apontar falhas, nem condenar e lançar pecadores num lago de fogo e tormento. Ele veio para salvar o mundo.A morte de Cristo na cruz deu a você a oportunidade de ser feliz, pois abre seus olhos para a perspectiva de um futuro melhor. Você pode sair do casulo das suas limitações genéticas e adquiridas e conseguir realizar os sonhos mais sublimes do coração.Enquanto esteve por aqui, com carisma Jesus atraiu muita gente. Multidões queriam estar junto do Salvador para obter vida. Embora Cristo tenha alimentado, curado e ressuscitado seres humanos, com o passar do tempo a fome, a doença e a morte voltaram para aquelas pessoas. A vida na Terra continua sob o efeito do pecado; por isso, Ele prometeu nos tirar daqui:“E se Eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para Mim, para que vocês estejam onde Eu estiver” (João 14:3). Esteja certo de que Ele não vai demorar: “Pois em breve, muito em breve, Aquele que vem virá, e não demorará” (Hebreus 10:37). E ainda mais: “Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá (Apocalipse 1:7).Habitar com Deus é a garantia que se pode ter para desfrutar a vida sem as conseqüências danosas do pecado. Essa promessa contém a maior esperança da humanidade: “Deus habitará com eles. ... E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:3, 4).A Bíblia diz para você encarar o assunto com determinação: “Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele Se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para Si mesmo um povo particularmente Seu, dedicado à prática de boas obras” (Tito 2:11-14).Assim como Maria celebrou com alegria e fez preparativos espirituais para a primeira vinda de Cristo, chegou a hora de você seguir o exemplo dela em relação ao retorno do Salvador do mundo. Vale a pena acreditar na concretização da maior esperança e dizer com otimismo: “Vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:21).Só existe uma condição para que você concretize essa esperança: aceitar a Jesus como seu Salvador pessoal. Ele está ansioso para transformar sua vida e tirar você deste mundo cheio de violência, corrupção e insegurança.Portanto, prepare-se para a mais sensacional viagem espacial de todos os tempos, porque Jesus logo virá a este planeta escuro para conduzir você aos “novos céus e nova terra, onde habita a justiça” (2 Pedro 3:13).

Quem Avisa, Amigo é

Eva foi a mais encantada criatura que Deus criou. Ela deveria ser a companheira de Adão por toda a vida. O proprio Deus realizou a cerimônia de casamento dos dois.
Para criar Eva, Deus utilizou uma costela de Adão. Isto deveria lembrá-los de que eram iguais e de que deveriam cuidar um do outro. O ser humano não foi feito para viver em solidão. Por iss, enquanto estivessem juntos, seriam felizes.
Entretanto, certo dia, Eva saiu de perto do marido. Ela pagou um alto preço por isso, pois foi enganada pela serpente e comeu o fruto que não deveria comer. Deus a havia avisad0 de que a desobediência traria infelicidade e morte. Se ela tivese idéia do resultado de sua atitude, nunca teria se afastafo de Adão.
Infelismente, nem sempre podemos prever o resultado de nossas escolhas e de nossos atos. Muiras vezes queremos voltar atrás quando já é tarde demais. É por isso que devemos prestar atenção aos avisos que recebemos. Esses avisos podem vir de nossos pais, professores ou bons amigos.
Conta-se que um viajante solitário seguia, a pé, por uma trilha do outro lado da montanha, numa noite tempestuosa. Levava na mão uma lanterna para não se desviar do caminho certo. Amigos o avisaram de quem nunca deveria desligar a lanterna,mais estava tão frio que ele acabou colocando-a debaixo do casaco, e a luz iluminou o caminho. De repente, uma rajada de vento abriu seu casaco, e a luz iluminou o caminho. Qual foi a sua surpresa quando percebeu que estava à beira de um precipício! Rapidamente, retornou à trilha e, no restante do caminho, conservou a luz fora do casaco
Eva afastou da luz e caiu no precipício do pecado. Todavia, o braço de Jesus a alcançou e lhe mostrou o caminho da salvação. Ela se tornou a mãe de todos os viventes.
Esteja atento aos avisos. Afinal, quem avisa, amigo é.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Clip da música Alem

Que todos posam gostar deste video que eu fiz com todo o carinho, que posam refletir nesta maravilhosa letra.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A Crise Global e Apocalipse 13:16-17

Numa palestra para investidores americanos, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que é preciso parar com as “piadas” a respeito da crise global: “É uma situação muito, muito séria”. [1]
Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.
A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.
“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.
Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.
O que dizem os gurus da Economia
O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]
“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]
Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.
O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]
Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:
“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]
Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]
Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:
“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.
“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.
Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.
“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.
A Nova Bretton Woods
O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]
Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:
“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]
Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.
Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.
Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]
A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.
Remédio amargo
Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.
Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.
Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]
O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).
Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:
“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?
Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]
Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.
Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?
Material retirado so Site do Advir.
www.advir.com.br
Rodrigo Rodrigues

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Obama e a profecia


Barack Hussein Obama II, de 47 anos, foi eleito presidente dos Estados Unidos no dia 4 de novembro. Obama é filho de um economista queniano e de uma antropóloga americana. Após o divórcio dos pais, a mãe de Obama casou-se com um indonésio. Em 1967, Obama mudou-se com a família para Jacarta, onde estudou até os 10 anos de idade.
O senador democrata pelo Estado de Illinois é casado desde 1992 com Michelle Obama, com que tem duas filhas, Malia Ann e Natasha “Sasha”. Obama é graduado em Ciências Públicas pela Universidade de Columbia e em Direito pela Universidade de Harvard. Fato interessante é que Obama estudou em colégio católico, é filho de pai muçulmano e professa a fé evangélica. A tônica da campanha do 44º presidente dos Estados Unidos, que deve assumir no dia 20 de janeiro, foi a palavra “mudança”.
Em 1963, o pastor batista Martin Luther King profetizou: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Este dia chegou. “Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha do ativista, morto no dia 4 de abril de 1968, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press.
Após um breve e necessário histórico da vida do novo presidente dos Estados Unidos, vamos falar sobre o papel de Obama na profecia bíblica. Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo) 13 fala de duas bestas que, em profecia, significam poderes.
Nos primeiros 10 versículos, a Bíblia faz menção à Igreja Católica. O texto: “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13: 5) significa o domínio da Igreja Romana por 1260 dias (42 meses X 30 dias) proféticos ou 1260 anos. Em profecia, um dia equivale a um ano (ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6).
Os 1260 anos se referem ao período de 538 a 1798 de nossa era, quando o papado “dominou” o mundo. No livro O Grande Conflito, Ellen White relata que em 1798 “um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde, desde então, exercer o poder que antes possuíra”.
O poder do Vaticano era superior ao de reis e reinados e se colocava no lugar de Deus quando trazia para si adoração, intercessão e perdão de pecados, atributos que só pertencem a Deus. Venda da salvação por meio de indulgências e mistura da pura religião de Jesus com os ritos pagãos do Império Romano (observância do domingo, adoração a imagens, conceder caráter divino ao papa – antes era ao imperador vigente) foram outros erros cometidos pelo poder mencionado em Apocalipse 13.
A outra besta ou poder são os Estados Unidos. Apocalipse 13:12 diz que os Estados Unidos exercem “todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada”. A chaga mortal de 1798 foi curada quando, em 1929, Benito Mussolini assinou um tratado devolvendo as terras ao Estado do Vaticano.
Com relação aos Estados Unidos como besta, cabe o texto explicativo da escritora norte-americana Ellen White: “E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” (Apocalipse 13:1). Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir” em 1798. Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América do Norte e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa. Suas idéias tiveram guarida na Declaração da Independência, que estabeleceu a grande verdade de que “todos os homens são criados iguais”, e dotados de inalienável direito à “vida, liberdade, e procura de felicidade”.
Os textos utilizados até agora serviram como base para abordar o papel de Barack Obama na profecia. O novo presidente dos Estados Unidos é a esperança de um mundo melhor, esperança de paz, de mudanças.Obama venceu porque todos esperam que ele realize câmbios radicais na política e na economia local e mundial. Um leitor da Folha On-line comentou assim a vitória do democrata: “A esperança nasce em todo planeta… A esperança de um mundo suficiente, sem racismo, sem violência e sem a guerra do Iraque que envergonhou os Estados Unidos e consternou o mundo.” Esquecemos que a única esperança é Jesus, “o Caminho, a Verdade e a Vida”!
Voltando a Apocalipse 13, o versículo 12 diz que os Estados Unidos farão com que “a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”, que segundo já vimos é o papado. Mais adiante, a Bíblia diz que ninguém poderá comprar ou vender senão os que tiverem a marca da besta.
Ellen White profetiza: “Os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio está ainda longe de ser destruída.”
A escritora cristã tinha razão. De acordo com a embaixadora do Brasil no Vaticano, Vera Machado, o Vaticano tem acordos assinados para a regulamentação da Igreja Católica em mais de 100 países. Regulamentar significa tornar a Igreja como religião oficial do Estado. O governo Lula não aceitou o pedido de Bento XVI e optou “preservar e consolidar o país como Estado laico”, ou seja, sem religião oficial.Os Estados Unidos cumprirão os propósitos de Roma, e esta, daquele. A nação mais poderosa do mundo tem poder cultural, exercido através de filmes e seriados que “impõem” seu estilo de vida e ideologia, poder armamentista e financeiro. O Vaticano tem poder religioso e financeiro, pois defraudou o mundo por 1260 anos.
Os Estados Unidos precisam de dinheiro para tapar os buracos de uma economia que viveu anos à mercê de especuladores e do consumismo de seus cidadãos. O papado necessita de poder, se necessário bélico, para impor a adoração a um falso dia de descanso.
O jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, expressou o desejo do Vaticano de que Barack Obama sirva “eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo”.Em sua visita aos Estados Unidos, em abril deste ano, o papa Bento XVI foi tratado com status de estrela de rock. Milhares de jovens utilizavam camisetas com a frase: “I belong to Pope” (Eu pertenço ao Papa). Os americanos batizaram o avião do Papa de “Shepherd One” (Pastor Um ou Pastor Principal).Nem no Brasil, considerado o país com o maior número de católicos no mundo, Bento XVI teve tanto sucesso. Na missa feita na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, no dia 13 de maio de 2007, participaram 150 mil pessoas das 500 mil esperadas.
Em junho deste ano, George W. Bush foi recebido no Vaticano. Bento XVI quebrou o protocolo e o levou a passear pelos Jardins Vaticanos.
Em setembro, ao inaugurar a 63º seção da ONU, em Nova Iorque, o secretario geral do organismo, Ban Ki-Moon, advertiu que o mundo enfrenta um “desafio de liderança” para lidar com a tormenta financeira, que se soma a uma crise energética e alimentícia.
Na ocasião, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, ex-padre, manifestou apoio ao fortalecimento da ONU e à recuperação das funções da Assembléia como órgão de maior representatividade e fez um chamado a que essa se converta em parlamento mundial. Parlamento é onde se fazem leis.
Biblicamente, os Estados Unidos e o Vaticano se unem nestes últimos dias para impor uma lei dominical mundial. Os que adorarem a imagem da besta (domingo) estarão em clara oposição ao quarto mandamento de Deus (ler Êxodo 20:8-11), que O exalta como Criador.
A eleição presidencial norte-americana evidencia que a nação tem tradições que favorecem a observância do domingo. A data da votação, a primeira terça-feira de novembr0, é um exemplo disto. Como antigamente os Estados Unidos era uma nação agrícola, o início de novembro era uma data que intermediava entre o fim da colheita e o início do inverno, e era escolhida para que os votantes camponeses pudessem participar com tranqüilidade. A terça-feira era designada em virtude de que, no domingo, os agricultores assistiam aos cultos em suas igrejas e viajavam na segunda.
O mundo quer mudanças e necessita de um líder para efetuá-las. A Bíblia não apresenta um período de paz para os nossos dias, em que a depravação moral e o amor de muitos se esfria mais e mais.Barack Obama é carismático, inteligente, perito em leis. O mundo espera muito dele, assim como do papa Bento XVI. As palavras de ambos poderão ressoar doces aos ouvidos. Contudo, analise se as mesmas não estarão em desacordo com a Palavra de Deus. Não apenas as palavras de Obama e do líder da Igreja Católica, mas as de qualquer pessoa.
Atenção, muita atenção, pois a Bíblia diz que “quando disserem: Há paz e segurança; então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão” (I Tessalonicenses 5:3).
O mundo caminha para as suas cenas finais. Alegremo-nos, regozijemo-nos, alcemos nossos olhos e, principalmente, preparemo-nos, pois nossa geração verá Jesus voltar! A Bíblia caracteriza o povo que estará preparado para encontrar com Cristo nos ares. Eles são “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).
Materia Retirada do Advir.
Rodrigo Rodrigues

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Ginásio Adão Lamota recebe Integração 2009









Sexta-feira dia 12 de dezembro de 2008, Motivados pela Comunhão e Cumprindo a Missão, esse é o Lema para a Divisão Sul Americana adotado para o ano de 2009, e a Associação Sul de Rondônia nesse final de semana esta apresentando aos seus membros com um belíssimo programa espiritual. O Programa de Integração 2009 esta sendo realizado no Ginásio de Esportes Adão Lamota em Ji-Paraná, na T-17, o primeiro dia do evento foi marcado por apresentação de relatórios dos pastores distritais baseado nos 7 Pilares, e também com o louvor apresentado pelo Cânticos Trio de Maringá PR, além das mensagens musicais, apresentações de relatórios amanha sábado dia 13 após o termino do Integração e também do Mutirão de Natal será aberto aos amigos e irmãos a CASA ABERTA.
Materia Retirada do Site Associação Sul de Rondônia.
Rodrigo Rodrigues



Grande Investidura de Líderes de Aventureiros da ASuR

A primeira investidura de líderes de aventureiros ocorreu na Igreja Central de Ji – Paraná-RO. Num total de 56, jovens e adultos de vários municípios, homens e mulheres que amam as crianças e no seu coração palpita o sonho de preparar muitos meninos e meninas para se encontrarem com Deus. A igreja e os parentes vieram prestigiar este momento histórico quando a liderança de aventureiros como organismo vivo e sadio se reproduz. O Líder dos aventureiros da Associação Pr. Ivanilson Araújo presidiu a cerimônia.
A mensagem bíblica que trouxe tinha o título: “Os Segredos da Caminhada de um Líder”. O texto base foi 1 Reis. 19.8. Os formandos deste programa cumpriram os requisitos do cartão de líder, participaram do Clube de Líderes durante o ano, foram aprovados num exame escrito e votados nas comissões de suas respectivas igrejas. Com uma formação de uma grande estrela humana receberem o lenço, os broches e a autorização legal e formal da igreja para exercerem a função de líderes. A oração de consagração foi feita por quatro líderes pastores: o Pr. Elion Davi, distrital do CEREJA, o Pr. Géser Lago, distrital da Central de Ji – Paraná, o Pr. Enoque Gutzeit, Distrital do Planalto e o Pr. Ivanilson Araújo, Departamental do Ministério Jovem da ASuR. Pelo brilho dos olhos dos novos líderes a multiplicação dos clubes de aventureiros em 2009 será inevitável.

Materia Retirada do Site da Associação Sul
de Rondônia ASuR. http://www.asur.org.br/


Rodrigo
Rodrigues